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Como é feito o tratamento para a síndrome neuroléptica malígna

A síndrome neuroléptica maligna é uma reação grave ao uso de remédios neurolépticos, como Haloperidol ou Clorpromazina. Embora seja rara, esta síndrome pode colocar a vida em risco se o tratamento não for iniciado rapidamente e, por isso, é necessário estar atento a possíveis sintomas após o uso de neurolépticos.

Assim, quando surgem sinais como febre acima de 39º C, dificuldade para mover os membros ou agitação extrema, após o uso deste tipo de medicamentos, é recomendado ir rapidamente ao hospital, para avaliar o problema e iniciar o tratamento adequado.

Como é feito o tratamento para a síndrome neuroléptica malígna

O tratamento normalmente é feito em internamento no hospital para avaliar a evolução dos sintomas e administrar remédios diretamente na veia. As formas mais comuns de tratamento incluem:

  • Uso de carvão ativado: ajuda a reduzir a absorção do medicamento, caso a ingestão tenha ocorrido há pouco tempo;
  • Soro diretamente na veia: mantém a hidratação adequada e regula o nível de nutrientes no organismo;
  • Remédios relaxantes musculares, como Dantronele: aliviam a rigidez muscular provocada pela excitação do sistema nervoso;
  • Remédios antipiréticos, como Paracetamol: diminuem a temperatura corporal e combatem a febre.

Dependendo do tempo de desenvolvimento da síndrome, podem surgir complicações como insuficiência renal ou redução acentuada do nível de oxigênio no organismo, por exemplo, que precisam ser tratadas. Veja como é feito o tratamento da insuficiência renal.

Principais sintomas

Os sintomas mais comuns da síndrome neuroléptica maligna incluem:

  • Febre alta, acima de 39ºC;
  • Sensação de falta de ar;
  • Batimentos cardíacos irregulares e rápidos;
  • Dificuldade para movimentar os braços e pernas;
  • Alterações mentais, como confusão, agitação ou desmaio;
  • Aumento da transpiração;
  • Alterações bruscas da pressão arterial.

Estes sintomas podem surgir em qualquer pessoa que faça tratamento com remédios neurolépticos, especialmente durante a primeira semana do tratamento.

Possíveis complicações

Quando a síndrome neuroléptica maligna não é tratada adequadamente ou o tratamenti não é iniciado a tempo podem surgir vários tipos de complicações como insuficiência renal, convuls~es, pneumonia, insuficiência hepática ou embolia pulmonar. Já nos casos mais graves, pode ainda acontecer parada respiratória e cardíaca.